Wednesday, May 16, 2012

Três Chic

Naquela quarta-feira, lembro que acordei e logo liguei para Everaldo, com o intuito de aprontarmos mais um pouco na capital mineira...

Eu precisava ir na minha agência do Banco do Brasil, para resolver algumas pendências e o convidei. Assim, era o tempo que precisávamos para esperar a sauna que ele gosta muito, mas que até então eu nunca tinha conhecido, a Três Chic. Como ficava localizada praticamente ao lado de onde morei por muitos anos, não tinha coragem de chegar até lá. Vez por outra, alguns porteiros do meu prédio ficavam na calçada e poderiam me ver entrando lá, ou talvez por mera timidez de fazer esses tipos de "incursões clandestinas".

Encontrei com Everaldo na porta do Banco da agência Goitacazes e resolve meus problemas. Logo depois, fomos almoçar em qualquer restaurant de BH, o qual nao me recordo no momento. E, assim, chegamos por volta das 15:00h na sauna.

Como de praxe, toda a rotina de check-in em qualquer sauna do mundo, recelemos toalhas e chinelos. E fomos ao vestiário. Eu comecei a sentir uma forte dor de cabeça logo no início, devido ao fato de a não haver nenhuma iluminação natural e ventilação naquele vestiário. O mal cheiro de chulé e suor era insuportável. A minha primeira impressão foi péssima daquele lugar.

Mais adiante, adentramos na area do bar, o qual possuía apenas um pequeno exaustor para tentar renovar o ar viciado daquele ambiente. Mas o mal cheiro que vinha do vestiário inundava também o bar em anexo. Simplesmente estava impossível ficar lá para tomar uma bebida ou bater papo na mesa com o amigo.

Como todo lugar que vou pela primeira vez, gosto de ir conhecendo cada cômodo, cada canto, cada espaço… Fomos nas saunas seca, a vapor e area de chuveiros coletivos. Poucas pessoas transitavam naquele ambiente até então. Alguns tomando banho, outros dentro da sauna seca ou a vapor, etc.

Subimos as escadas e vi que havia um corredor pequeno com vários quartos, o qual parecia um hotel ou motel. O estabelecimento era pequeno, mas até confortável.

O maior problema era o mal cheiro insuportável que me fez simplesmente ficar mais ou menos uma meia hora ou quarenta minutos lá. Falei com Everaldo que provavelmente seria a minha primeira e última vez naquela sauna. Nem o atendimento dos funcionários era tão bom, também.

Ele disse que gostava de lá, que ia sempre. Mas cada um tem a sua própria opinião. E a minha, foi uma das piores.

À noite, encontramos com a Aline e fomos novamente ao Estação 2000. Nesse intervalo, tentamos ligar várias vezes para o recém-amigo César, mas o telefone estava desligado. Ficamos um pouco frustrados, porque toda a simpatia e interatividade conosco no dia anterior nos preservava a esperança de travarmos uma frutífera amizade, mas tudo foi em vão.

Assim, resolvemos mais uma vez ir ao Estação 2000 com a Aline, por falta de opção de lugares desse gênero para sair à noite numa quarta-feira em Belo Horizonte. Apesar da companhia sempre agradável da amiga, não gostei muito daquela noite no bar. Talvez pelo fato de termos ido lá o dia anterior, não sei. Só sei que voltamos cedo para casa. Eu iria dormir na casa dela para aguardar o dia amanhecer, mas ela acabou conhecendo um DJ de outro bar e os dois saíram para outros lugares, com o intuito de namorar...

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