Tuesday, October 16, 2012
Júlio Prestes, Museu da Energia e SESC Bom Retiro
Ao sair da Estação Júlio Prestes, me deparei com a dura realidade do local, na Praça homônima (Júlio Prestes): a temida cracolândia paulistana. Apesar de todo o esforço da Polícia militar em coibir venda, compra e consumo do crack naquela região, ainda assim, era visível e notório alguns pontos dessa epidemia de saúde social.
Percebi que a Rua Cleveland (a rua do Museu da Energia) ficava exatamente à minha direita, ou seja, estava relativamente fácil caminhar por lá. Apesar de todo o medo da violência e de também estar sozinho numa tarde ociosa de feriado nacional (dia de Nossa Senhora Aparecida - Padroeira do Brasil). Fui caminhando pela rua e esperando ansiosamente pelo número 601, o qual parecia não chegar mais. Felizmente, cheguei ao local são e salvo, sem ninguém ter me abordado.
Eram duas casas amarelas, com portão de grades cinzas, aberto e cuja placa sinalizava o Museu da Energia e entrada gratuita. Naquele momento, comecei a me lembrar de dois amigos mineiros, ambos engenheiros, mas um é Eletricista e o outro é Civil, com ênfase em Saneamento. Logo, tentei ligar para os dois, mas só um me atendeu. Após uma breve conversa, adentrei numa das casas, à qual um simpático vigia me recebeu
Pediu para que eu guardasse a mochila no guarda-volumes e recebi uma senha, além de um adesivo escrito "visitante" para colar na roupa. Assinei o livro de registro, uma vez que é importante para a administração do estabelecimento ter sua própria estatística de visitantes/dia ou mês, além da origem dos mesmos. E fui avançando, então, pelas salas de exposição. Elas mesclavam exposições da história da própria casa e respectivo bairro (Campos Elísios), a qual já tinha pertencido ao irmão de Santos Dumont (o pai da aviação brasileira), passado pelas mãos do movimento dos sem-teto, numa época de ruínas e atualmente estava sob a administração pública estadual. As fotografias e frases escritas nas paredes relatavam todo o processo de ascensão, decadência, restauração e retomada de posse pelo governo, cujo bairro também passou pelo mesmo processo, o qual hoje vive um período de tentativa de revitalização, mas a decadência salta aos olhos dos visitantes. E essas casas restauradas parece ser verdadeiras "ilhas de prosperidade" num bairro que já teve o seu apogeu e hoje vive parcialmente dominado pelas mazelas sociais da metrópole.
Percorrendo as salas, percebia o quanto parecia ser luxuoso morar ali na época áurea. A casa possuía inúmeros cômodos; além disso, também olhava com entusiasmo as explicações da decomposição da luz branca nas cores do arco-íris e vice-versa. Eu mesmo fazia uma alusão mental ao símbolo do orgulho GLBT mundial, o arco-íris. E pensava o quanto seria engraçado e divertido se tivesse algum(a) amigo(a) congênere comigo lá... Por alguns momentos, a felicidade transbordava tanto, que lágrimas insistiam em sair dos olhos... Parecia que tinha voltado a ser uma criança em pleno dia das crianças! Tudo era divertido, tudo era aprendizado, tudo era motivo para ser interessante e engraçado ao mesmo tempo. Eu não conseguia me conter, tamanha era a explosão de sentimentos de felicidade e entusiasmo! Mas precisava me conter, e enxuguei rapidamente as lágrimas do rosto. Brincava com os objetos disponíveis aos visitantes para ver a transformação da luz branca em diversas cores e vice-versa. Numa das salas, me senti como se tivesse numa boate LGBT, devido aos brinquedos de luz parecerem mais uma boate. Vi meu próprio reflexo em espelhos côncavos e convexos, além de quadros que simulam a visão 3D. Tudo isso me remetia ao tempo de escola e sua respectiva feira de ciências, a qual me lembro como se fosse hoje: nosso grupo tinha feito um caleidoscópio para apresentar lá. E, justamente esse objeto que não via há mais de vinte anos, estava lá; era como se falasse indiretamente para mim: pelo menos hoje, tente se lembrar dessa fase deliciosa que você passou, a sua infância. E logo após, um grupo de crianças com um monitor adentrava na sala que eu estava. Parecia que tudo estava premeditado para eu voltar um pouco ao meu próprio tempo de aluno e criança/adolescente e redescobrir o verdadeiro prazer de aprender uma das disciplina que não gostava, mas que aprendi a gostar na fase adulta: a ótica (parte da física).
Após toda essa viagem exterior e interior que senti, era o momento de deixar o museu e talvez voltar para casa... Mas no caminho de retorno, logo vi que havia uma unidade do SESC SP justamente ao lado do museu. Era a unidade Bom Retiro, cujo luxo da fachada se contrastava novamente com a decadência do bairro... E resolvi, então, adentrar. Talvez se eu não soubesse que o SESC é uma instituição que é para qualquer cidadão ou turista usufruir, não teria entrado. O prédio era imponente demais para aquele bairro e me deixava numa situação incômoda de que parecia estar entrando numa festa sem ser convidado.
Mas criei coragem e entrei! Foi simplesmente o mais luxuoso prédio de uma unidade SESC no Brasil que já conheci. A decoração, as pessoas que estavam lá, a estrutura arquitetônica... Tudo aquilo era impressionante demais! Era um verdadeiro clube que parecia me convidar para nadar, jogar tênis de mesa, ler um bom livro na biblioteca, ver uma exposição de fotografias, navegar pela internet ou até mesmo ficar parado para pensar na vida... Novamente, me senti como uma criança curiosa que quer conhecer cada espaço da nova casa, cada canto. E, assim, fiquei o tempo suficiente para conhecer aquela belíssima unidade, sem pressa e sem medo de voltar para casa. Uma vez que ainda a luz do sol da tarde tentava atravessar o céu nublado e com chuva fina daquela terra paulistana...
Dessa forma, era hora de deixar aquela segunda "ilha de prosperidade" e encarar a árdua realidade das ruas. A sensação de perigo me incomodava um pouco, mas estava começando a me anestesiar. E assim, voltei sem nenhum problema para a Praça Júlio Prestes e sua respectiva entrada para a estação. O problema era que eu tinha vontade de ver uma escultura que ficava mais ou menos no meio da praça. Mas parecia que ficava a quilômetros de distância, porque dali eu conseguia avistar pequenos grupos de pessoas suspeitas de serem toxicômanos e/ou traficantes. Como havia vários carros da Polícia militar paulista e um trailer estacionados do outro lado da praça, um carro da polícia da CPTM e também um carro da guarda municipal, criei coragem e fui até o monumento. Foi interessante pisar nos trilhos que ficavam no meio da praça e também ver rapidamente o monumento mais de perto. O mais interessante foi ver a fachada do prédio da estação Júlio Prestes. Como era bonito, imponente e grandioso. E ainda por cima, a bandeira do estado de São Paulo flamejava ao sabor do vento. E ainda tive o privilégio de ler, do lado de fora, cravado na parte alta da fachada: EFS (Estrada de Ferro Sorocabana). Provavelmente, pensei eu, era o nome da antiga Empresa que fazia o percurso São Paulo - Sorocaba.
E, assim, me despedi daquele delicioso passeio, o qual tenho muito prazer em compartilhar minhas experiências aqui...
http://www.cptm.sp.gov.br
http://www.cidadedesaopaulo.com
http://www.museudaenergia.org.br
http://www.sescsp.com.br
Saturday, October 13, 2012
São Paulo e Barueri
Após um longo período sem escrever nada neste blog, resolvi retornar hoje minhas atividades e registrar aqui cada viagem que fiz. Como foi muito tempo desde a última vez que escrevi e até o presente momento fiz tantas e variadas viagens, que resolvi recomeçar a partir da minha última viagem (a de ontem), 12 d outubro (dia das crianças).
Planejei que, no feriado de ontem, queria visitar o Museu da Energia que fica localizado na cidade de São Paulo. Além deste museu, há outras cidades paulistas que também abrigam estes museus com o mesmo nome, como por exemplo, Salesópolis, Jundiaí, Itu, etc.
Como já estou acostumado a andar pelas ruas pela capital paulista, apesar de me sentir inseguro em algumas regiões, resolvi assim mesmo ir para lá. Fiz uma pesquisa breve pela internet, para saber se era gratuita a entrada, ou não. Para saber também o horário de funcionamento e sua respectiva localização.
Descobri, dessa forma, que a entrada do museu era gratuita e estava localizado na Rua Cleveland, 601, Campos Elísios, São Paulo. Pelo mapa, percebi que era bastante estratégica sua localização, uma vez que ficava relativamente próximo da estação de metrô Júlio Prestes, cuja praça homônima fica em anexo.
O grande problema era que eu sabia e já tinha visto em outra viagem a São Paulo que essa praça, infelizmente, é o "coração da cracolândia". Como estou meio que anestesiado com esse verdadeiro drama social que turistas e cidadãos enfrentamos, resolvi criar coragem e ir. Cheguei a convidar quatro amigos para ir comigo, mas nenhum deles aceitou o convite. Viajar sozinho não é tão agradável quanto com amigos, mas mesmo assim, eu sentia que não poderia depender de ninguém para fazer visitas a atrativos turísticos, uma vez que a cidade de São Paulo é "gigante pela sua própria natureza" e cada um tem o seu estilo de vida, gosto para passeio e lazer, etc.
Assim, peguei o trem da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) na estação homônima Barueri, em direção à estação Júlio Prestes, em São Paulo. As viagens de trem e/ou metrô são extremamente confortáveis e tranquilas, desde que não haja um excesso de passageiros nos seus respectivos vagões. Como era um feriado de cunho nacional e também uma sexta-feira, naturalmente havia poucas pessoas. E, assim, atravessei as cidades de Carapicuíba e Osasco, antes de chegar em São Paulo.
Quando o trem chegou na sua última estação (Júlio Prestes), eu desci, pela primeira vez... A sensação era indiscutivelmente de ter descido numa sensação de trem dos anos 1920, mais ou menos! Havia bancos parecidos com os de praças na área de embarque/desembarque de passageiros. Eu olhei para o teto da estação e percebi que sua arquitetura era bastante peculiar, a qual retratava um prédio antigo, provavelmente do final do século XIX e início do século XX, uma vez que não possuo conhecimentos suficientes em arquitetura e história da arte para identificar. Mas eu me senti como se tivesse num filme épico, com chapéu, usando calça e suspensórios e sapatos. Fui me aproximando da catraca e vi duas esculturas imensas de dois gatos brancos e um vitral, o qual estava fechado, mas dava acesso para um imenso salão, cuja arquitetura era inebriante de bonita. Eu atravessei a catraca de desembarque e passei pela bilheteria. Mais uma grande e feliz surpresa: a bilheteria do metrô estava impecavelmente restaurada e resguardada pela sua arquitetura! A única diferença da época, é que estava lacrada com vidro blindado, devido à violência existente na cidade. Eu me sentia como se tivesse pegado um trem em 2012 e desembarcado por volta de meia hora depois em 1920! Era impressionante aquela sensação! Apesar de ter conhecido tantas cidades com arquitetura histórica, nao sei o motivo de pela primeira vez ter sentido isso. Talvez minha sensibilidade para este tipo de arte esteja mais aguçada, ou algo parecido...
Vou deixar para uma próxima oportunidade para terminar de publicar sobre a viagem de ontem, encerrando a primeira parte por aqui.
Wednesday, May 30, 2012
Club 773
O recepcionista do hotel tinha me oferecido uma pizza delivery que estava na promoção. Como estava muito cansado e faminto, nem pensei no valor, o qual poderia ser mais cara se eu saísse pelas ruas da cidade à procura de um restaurante. Dessa forma, aceitei o pedido e lanchei lá mesmo no quarto do hotel.
Após um bom banho revigorante, era o momento de sair para Curitiba by night. Pelas minhas pesquisas na internet e tempo de estadia, decidi que aquela sexta eu iria para a Sauna Club 773. Peguei o meu mapa turístico da cidade e percebi que ficava somente a algumas quadras do hotel.
E, assim, fui caminhando sozinho à noite por aquelas ruas quase desertas do centro da cidade. Mais uma vez, isso me impressionou. Como uma cidade que é capital de estado e possui mais de um milhão de habitantes tinha tão poucos carros e pedestres em pleno centro da cidade? A resposta eu ainda nao consegui decifrar até hoje...
Quando cheguei na porta, havia um senhor gordo e alto, vestindo um terno e gravata pretos. Ele estava sentado num tamborete e logo em anexo eu vi a escada. A aparência parecia a entrada de bordel do centro de Belo Horizonte, ou seja, do mais baixo nível.
Enfim, entrei e subi. Havia uma ante-sala, com amostras de acessórios sexuais e filmes eróticos. Tinha que passer por ali para finalmente entrar. Fui recebido por um rapaz simpático, mas logo que entrei, estranhei o ambiente… Eu pensava que seria mais uma das inúmeras saunas masculinas que conheci Brasil afora e Nova Zelândia. Mas não era. O fato que me fez estranhar era que havia inúmeras mesas com cadeiras e poucos clients para uma noite de sexta. Mas os mesmos estavam vestidos normalmente, como se estivessem num barzinho de beira de esquina.
Como toda sauna, é obrigatório o uso de toalhas e chinelos. Foi exatamente isso que me fez achar estranho… Perguntei ao barman como era o funcionamento daquela casa. Ele disse que eu poderia ficar usando somente o barzinho, de roupas ou poderia usar a sauna, a qual ficaria um pouco mais caro. Como nao conhecia o espaço, preferi pagar para poder usar todos os ambientes disponíveis. O detalhe era que a sauna em si ficava em anexo ao bar. E as pessoas com toalhas não transitavam com este tipo de vestimenta entre as outras com roupas comuns. Era uma situação inédita e esquisita que eu sentia.
Comecei a perceber que os rapazes que estavaam de toalhas eram justamente os garotos de programa, tentando procurar algum cliente-alvo.
Além desse bar e da sauna em si, havia uma sala de TV com videos eróticos e uma area de quartos, como todas as outras que já tinha visitado antes.
O publico, na sua maioria, era com idade acima dos quarenta anos e me lembro que acabei puxando papo com um deles, para tentar me sociabilizar e distrair um pouco. Mas senti muita energia negativa naquele ambiente. Me passava uma impressão de sujeira e não demorou muito, fui embora.
Visivelmente frustrado por ter conhecido um lugar tão feio e estranho. Mas ao mesmo tempo, estava satisfeito por ter matado a minha curiosidade de conhecer novos espaços.
Após um bom banho revigorante, era o momento de sair para Curitiba by night. Pelas minhas pesquisas na internet e tempo de estadia, decidi que aquela sexta eu iria para a Sauna Club 773. Peguei o meu mapa turístico da cidade e percebi que ficava somente a algumas quadras do hotel.
E, assim, fui caminhando sozinho à noite por aquelas ruas quase desertas do centro da cidade. Mais uma vez, isso me impressionou. Como uma cidade que é capital de estado e possui mais de um milhão de habitantes tinha tão poucos carros e pedestres em pleno centro da cidade? A resposta eu ainda nao consegui decifrar até hoje...
Quando cheguei na porta, havia um senhor gordo e alto, vestindo um terno e gravata pretos. Ele estava sentado num tamborete e logo em anexo eu vi a escada. A aparência parecia a entrada de bordel do centro de Belo Horizonte, ou seja, do mais baixo nível.
Enfim, entrei e subi. Havia uma ante-sala, com amostras de acessórios sexuais e filmes eróticos. Tinha que passer por ali para finalmente entrar. Fui recebido por um rapaz simpático, mas logo que entrei, estranhei o ambiente… Eu pensava que seria mais uma das inúmeras saunas masculinas que conheci Brasil afora e Nova Zelândia. Mas não era. O fato que me fez estranhar era que havia inúmeras mesas com cadeiras e poucos clients para uma noite de sexta. Mas os mesmos estavam vestidos normalmente, como se estivessem num barzinho de beira de esquina.
Como toda sauna, é obrigatório o uso de toalhas e chinelos. Foi exatamente isso que me fez achar estranho… Perguntei ao barman como era o funcionamento daquela casa. Ele disse que eu poderia ficar usando somente o barzinho, de roupas ou poderia usar a sauna, a qual ficaria um pouco mais caro. Como nao conhecia o espaço, preferi pagar para poder usar todos os ambientes disponíveis. O detalhe era que a sauna em si ficava em anexo ao bar. E as pessoas com toalhas não transitavam com este tipo de vestimenta entre as outras com roupas comuns. Era uma situação inédita e esquisita que eu sentia.
Comecei a perceber que os rapazes que estavaam de toalhas eram justamente os garotos de programa, tentando procurar algum cliente-alvo.
Além desse bar e da sauna em si, havia uma sala de TV com videos eróticos e uma area de quartos, como todas as outras que já tinha visitado antes.
O publico, na sua maioria, era com idade acima dos quarenta anos e me lembro que acabei puxando papo com um deles, para tentar me sociabilizar e distrair um pouco. Mas senti muita energia negativa naquele ambiente. Me passava uma impressão de sujeira e não demorou muito, fui embora.
Visivelmente frustrado por ter conhecido um lugar tão feio e estranho. Mas ao mesmo tempo, estava satisfeito por ter matado a minha curiosidade de conhecer novos espaços.
Thursday, May 17, 2012
Viagem para Curitiba
Na sexta-feira, era o momento de fazer todo o percurso novamente para o Aeroporto de Confins em direção a Curitiba. Era a mesma cia aérea que fui para São Paulo, a Gol. E seria um voo direto de BH para Curitiba.
O objetivo dessa viagem seria prestart um novo concurso público, haja vista que sou um eterno concurseiro. Mas, é claro, iria também aproveitar um pouco da cidade e já tinha feito minhas pesquisas pela internet e também já tinha reservado um hotel para ficar lá.
O voo demorou pouco mais de uma hora e foi muito tranquila a viagem, sem grandes surpresas. Quando desci no portão de desembarque, percebi logo que o aeroporto era muito menor que o de Confins. Mas também tinha a sua aparência limpa, organizada e segura. Como em BH e SP há duas opções de traslados do aeroporto até o centro da cidade, resolve perguntar no balcão de informações. E, realmentre, havia as duas opções. Por ser mais barato e pelo fato de não estar com bagagem pesada, resolve pegar o ônibus de linha urbana.
O interessante foi notar o que tinha visto somente pela TV... Há uma espécie de vagão, como ponto de ônibus e o cobrador fica lá, em frente à catraca. Dessa forma, ao entrar no vagão, pagamos a passagem e rodamos a catraca. E assim aguardamos a chegada do ônibus. Quando chega, abre-se uma porta de vidro do vagão e também a do ônibus, além de uma mini passarela se estender do ônibus. Os passageiros que descem naquele local saem pelas mesmas portas e descem do vagão pela porta traseira. E nós entramos. Tudo isso é muito prático e consider até mais seguro.
Em pouco menos de meia hora, já estava no centro de Curitiba. Durante o percurso, percebi que o aeroporto da cidade na realidade fica localizado na região metropolitana, em São José dos Pinhais. Assim como nas outras capitais.
Desci no centro e peguei o meu mapinha da cidade. Percebi que estava bastante próximo do hotel Lumini, o qual tinha feito a reserva. A cidade era muito limpa, organizada e arborizada. Mas um fato que me chamou a atenção foi ver pouquíssimos pedestres e carros nas avenidas de uma sexta-feira comum na capital paranaense. Para uma cidade que possui mais de um milhão de habitantes e é capital de estado, aquela cena era estranha para mim. Mas, por outro lado, pode ser mais qualidade de vida para seus moradores, nao sei.
Fiz o check-in no hotel Lumini e fui descansar um pouco para partir para minhas aventuras, as quais escreverei na próxima postagem.
www.hotellumini.com.br
Wednesday, May 16, 2012
Três Chic
Naquela quarta-feira, lembro que acordei e logo liguei para Everaldo, com o intuito de aprontarmos mais um pouco na capital mineira...
Eu precisava ir na minha agência do Banco do Brasil, para resolver algumas pendências e o convidei. Assim, era o tempo que precisávamos para esperar a sauna que ele gosta muito, mas que até então eu nunca tinha conhecido, a Três Chic. Como ficava localizada praticamente ao lado de onde morei por muitos anos, não tinha coragem de chegar até lá. Vez por outra, alguns porteiros do meu prédio ficavam na calçada e poderiam me ver entrando lá, ou talvez por mera timidez de fazer esses tipos de "incursões clandestinas".
Encontrei com Everaldo na porta do Banco da agência Goitacazes e resolve meus problemas. Logo depois, fomos almoçar em qualquer restaurant de BH, o qual nao me recordo no momento. E, assim, chegamos por volta das 15:00h na sauna.
Como de praxe, toda a rotina de check-in em qualquer sauna do mundo, recelemos toalhas e chinelos. E fomos ao vestiário. Eu comecei a sentir uma forte dor de cabeça logo no início, devido ao fato de a não haver nenhuma iluminação natural e ventilação naquele vestiário. O mal cheiro de chulé e suor era insuportável. A minha primeira impressão foi péssima daquele lugar.
Mais adiante, adentramos na area do bar, o qual possuía apenas um pequeno exaustor para tentar renovar o ar viciado daquele ambiente. Mas o mal cheiro que vinha do vestiário inundava também o bar em anexo. Simplesmente estava impossível ficar lá para tomar uma bebida ou bater papo na mesa com o amigo.
Como todo lugar que vou pela primeira vez, gosto de ir conhecendo cada cômodo, cada canto, cada espaço… Fomos nas saunas seca, a vapor e area de chuveiros coletivos. Poucas pessoas transitavam naquele ambiente até então. Alguns tomando banho, outros dentro da sauna seca ou a vapor, etc.
Subimos as escadas e vi que havia um corredor pequeno com vários quartos, o qual parecia um hotel ou motel. O estabelecimento era pequeno, mas até confortável.
O maior problema era o mal cheiro insuportável que me fez simplesmente ficar mais ou menos uma meia hora ou quarenta minutos lá. Falei com Everaldo que provavelmente seria a minha primeira e última vez naquela sauna. Nem o atendimento dos funcionários era tão bom, também.
Ele disse que gostava de lá, que ia sempre. Mas cada um tem a sua própria opinião. E a minha, foi uma das piores.
À noite, encontramos com a Aline e fomos novamente ao Estação 2000. Nesse intervalo, tentamos ligar várias vezes para o recém-amigo César, mas o telefone estava desligado. Ficamos um pouco frustrados, porque toda a simpatia e interatividade conosco no dia anterior nos preservava a esperança de travarmos uma frutífera amizade, mas tudo foi em vão.
Assim, resolvemos mais uma vez ir ao Estação 2000 com a Aline, por falta de opção de lugares desse gênero para sair à noite numa quarta-feira em Belo Horizonte. Apesar da companhia sempre agradável da amiga, não gostei muito daquela noite no bar. Talvez pelo fato de termos ido lá o dia anterior, não sei. Só sei que voltamos cedo para casa. Eu iria dormir na casa dela para aguardar o dia amanhecer, mas ela acabou conhecendo um DJ de outro bar e os dois saíram para outros lugares, com o intuito de namorar...
Eu precisava ir na minha agência do Banco do Brasil, para resolver algumas pendências e o convidei. Assim, era o tempo que precisávamos para esperar a sauna que ele gosta muito, mas que até então eu nunca tinha conhecido, a Três Chic. Como ficava localizada praticamente ao lado de onde morei por muitos anos, não tinha coragem de chegar até lá. Vez por outra, alguns porteiros do meu prédio ficavam na calçada e poderiam me ver entrando lá, ou talvez por mera timidez de fazer esses tipos de "incursões clandestinas".
Encontrei com Everaldo na porta do Banco da agência Goitacazes e resolve meus problemas. Logo depois, fomos almoçar em qualquer restaurant de BH, o qual nao me recordo no momento. E, assim, chegamos por volta das 15:00h na sauna.
Como de praxe, toda a rotina de check-in em qualquer sauna do mundo, recelemos toalhas e chinelos. E fomos ao vestiário. Eu comecei a sentir uma forte dor de cabeça logo no início, devido ao fato de a não haver nenhuma iluminação natural e ventilação naquele vestiário. O mal cheiro de chulé e suor era insuportável. A minha primeira impressão foi péssima daquele lugar.
Mais adiante, adentramos na area do bar, o qual possuía apenas um pequeno exaustor para tentar renovar o ar viciado daquele ambiente. Mas o mal cheiro que vinha do vestiário inundava também o bar em anexo. Simplesmente estava impossível ficar lá para tomar uma bebida ou bater papo na mesa com o amigo.
Como todo lugar que vou pela primeira vez, gosto de ir conhecendo cada cômodo, cada canto, cada espaço… Fomos nas saunas seca, a vapor e area de chuveiros coletivos. Poucas pessoas transitavam naquele ambiente até então. Alguns tomando banho, outros dentro da sauna seca ou a vapor, etc.
Subimos as escadas e vi que havia um corredor pequeno com vários quartos, o qual parecia um hotel ou motel. O estabelecimento era pequeno, mas até confortável.
O maior problema era o mal cheiro insuportável que me fez simplesmente ficar mais ou menos uma meia hora ou quarenta minutos lá. Falei com Everaldo que provavelmente seria a minha primeira e última vez naquela sauna. Nem o atendimento dos funcionários era tão bom, também.
Ele disse que gostava de lá, que ia sempre. Mas cada um tem a sua própria opinião. E a minha, foi uma das piores.
À noite, encontramos com a Aline e fomos novamente ao Estação 2000. Nesse intervalo, tentamos ligar várias vezes para o recém-amigo César, mas o telefone estava desligado. Ficamos um pouco frustrados, porque toda a simpatia e interatividade conosco no dia anterior nos preservava a esperança de travarmos uma frutífera amizade, mas tudo foi em vão.
Assim, resolvemos mais uma vez ir ao Estação 2000 com a Aline, por falta de opção de lugares desse gênero para sair à noite numa quarta-feira em Belo Horizonte. Apesar da companhia sempre agradável da amiga, não gostei muito daquela noite no bar. Talvez pelo fato de termos ido lá o dia anterior, não sei. Só sei que voltamos cedo para casa. Eu iria dormir na casa dela para aguardar o dia amanhecer, mas ela acabou conhecendo um DJ de outro bar e os dois saíram para outros lugares, com o intuito de namorar...
Tuesday, May 15, 2012
BH by Night
Saímos eu, Everaldo e o César da Odeon e fomos caminhando até o Estação 2000. O percurso não era muito próximo para ir a pé à noite. Mas com dois amigos o caminho fica menos entediante e perigoso. Passamos pelo viaduto da Contorno, passando pela Praça da Estação. Subimos a Amazonas, cruzando a Praça 7 e chegamos na Praça Raul Soares, onde fica o bar.
Para uma noite de terça-feira, estava até cheio. No primeiro andar, o VJ passava musicas tipo axé music, funk etc. No Segundo andar, havia música electronica e iluminação de boate. Dançamos muito embalados pela música e cores. Não havia pessoas muito bonitas lá, mas o bom do Estação 2000 é que não há pessoas com aparência blasé, fato que é muito corriqueiro em baladas localizadas em bairros nobres de grandes centros urbanos.
www.belotur.com.br
www.estacao2000.com
Dessa forma, resolvemos ir para uma sauna que funciona 24h, localizada a uma quadra do Estação 2000, a Vapore. Eu e César já tínhamos ido lá outras vezes, mas era a primeira vez que Everaldo tinha ido.
A sauna estava visivelmente vazia, pelo fato do horário e dia da semana, provavelmente. Ficamos na internet um pouco e na sala de televisão. As horas não passavam. E, mesmo sonolento, não conseguia dormir. Aquele ambiente é muito sinistro. Foi uma das piores que já conheci até o presente momento. Parecia que tinha uma energia negativa lá, nao sei o motivo. A piscina estava suja e com uma placa falando que nao era para entrar. Aliás, das poucas vezes que fui naquela sauna, a piscina nunca estava funcionando...
De repente, começou a chover e goteiras começaram a aparecer do teto úmido. Era o que faltava para finalizar o ambiente sinistro daquele lugar. Já não tínhamos mais bom-humor e as energias nossas estavam visivelmente esgotadas, mas precisamos suportar. Mal o dia começou a amanhecer e cada um foi para seu respective local de descanso. Trocamos telephone com o César e falamos que naquela quarta-feira à tarde, iríamos para outra sauna belorizontina. E assim, nos despedimos uns dos outros. Cansados, mas felizes de estarmos passeando e curtindo a cidade à nossa maneira.
Quando era mais ou menos três horas da manhã, estávamos cansados e com vontade de ir embora. Até porque não tinha muitas pessoas mais naquele estabelecimento. Como o dia seguinte seria dia útil, muitos clients foram embora cedo.
O Everaldo estava hospedado no centro, na casa do primo. Mas eu e o César precisaríamos esperar o dia amanhecer porque há mais frequencia de ônibus para os bairros e é menos perigoso ficar no ponto.
Monday, May 14, 2012
Odeon
Na terça-feira, um dia depois de ter chegado de São Paulo, encontrei com Everaldo para curtirmos um pouco a cidade. Fomos no Shopping Uai passear um pouco, lanchar e ver gente. Era a primeira vez q tinha ido naquele shopping. Ele fica localizado praticamente em frente à rodoviária. Está mais para uma galeria de lojas, que para um shopping com toda a infra-estrutura. Mas era arrumado e com lojas boas. Lembro-me que meu amigo me mostrou um piso de vidro localizado na praça de alimentação. Era interessante andar ali. Parecia que estava flutuando, sei lá. E ver as pessoas entrarem na porta do shopping de lá de cima.
Tentamos matar o tempo lá, jogando conversa for a até dar umas 15h, horário que a sauna odeon abriria. Essa sauna leva o mesmo nome do antigo cinema que funcionou durante muitos anos em Belo Horizonte e foi desativado. Até então, nunca tinha ido nessa sauna.
Um fato engraçado que aconteceu era que, apesar de não morar em BH, estávamos acanhados em entrar. Isso ocorreu porque há um ponto de ônibus exatamente em frente a sauna, além de estar localizada na movimentada avenida do Contorno. Ficamos algum tempo ensaiando, ensaiando… Até que criamos coragem para entrar. A sensação que nos dava era que todos os passageiros que esperavam seus respectivos onibus estariam olhando para nós e provavelmente iriam comentar depois. Muita tolice nossa, para habitantes de uma cidade de mais de dois milhões de habitantes, em que cada um está mais preocupado com seu dia-a-dia, problemas e obrigações cotidianas. Mas o fato de morarmos numa cidade do interior mineiro ainda nos deixa com esses receios, naturalmente.
Tocamos a campainha e nada. Tocamos mais um pouco… nada. Até que tocamos a Terceira vez e a porta se abriu para um universo totalmente diferente da vida cotidiana que estava correndo pelo lado de fora.
Como em toda sauna, recebemos um par de chinelos e toalhas, além das chaves de armários para colocar nossos pertences. E, assim, fizemos. Logo percebi a imensidão daquele espaço de lazer e descanso. Nunca tinha ido a uma sauna tão gigantesca, como aquela. Havia um banheiro amplo anexo ao vestiário. Depois o espaço se abria para chuveiros coletivos, propositalmente posicionados sem nenhuma cabine entre eles. E a sala de repouso era a mais ampla que já tinha visto. Uma imensa parede de vidro com luzes internas de laranja decoravam o ambiente. Mais adiante, havia uma pequena banheira de hidromassagem, com iluminação interna e mais duchas coletivas. Nesse espaço, havia ainda também duas saunas a vapor pequenas, mas uma estava destativada. Provavelmente porque aquele dia da semana nao teria muita frequencia de clientes. E mais uma sauna seca.
Acima do ambiente literalmente de saunas, havia uma escada que levava ao bar, com algumas mesinhas e banheiro. Tudo era muito amplo, bem decorado e bonito. Andando um pouco mais, entramos num imenso corredor com inúmeras portas. Nesse ambiente, parecia que estávamos num hotel qualquer. Depois desse corredor, havia uma pequena sala de cinema, que passava filmes eróticos, além de mais cabines, area para fumantes, dark room e também uma sala de massagens anexa à sala de TV que passava canal aberto.
O espaço é tão amplo, que é fácil até se perder lá dentro. Mas gostei muito. Eu oscilava meu tempo entre tomar sauna seca, a vapor e banho de hidro. Li meu jornal predileto, às vezes me perdia do amigo, às vezes reencontrava. Foram momentos de bastante descontração e paz vividos lá.
Acabamos travando uma amizade fugaz com um rapaz que nos acompanhou durante todo o periodo da sauna à tarde e noite adentro entre outros estabelecimentos de lazer.
E ainda tive a oportunidade de conversar em ingles com um turista francês que estava passeando no Brasil dentro da sauna.
Ficamos até mais ou menos umas nove ou dez horas da noite lá. Tempo suficiente para aproveitar muito tudo o que o espaço tinha para nos oferecer. E, como estávamos os três por conta de passear, resolvemos esticar nossa noite, fato que contarei na próxima postagem
Sunday, May 13, 2012
A volta para Belo Horizonte
Só quero mencionar aqui hoje, em poucas palavras, o caminho de volta para Belo Horizonte. Como já mencionei anteriormente todo o percurso, acredito não ser necessário repetir o caminho inverso de São Paulo para Guarulhos. E de lá para Confins, consequentemente de Confins para Belo Horizonte.
Ao chegar na rodoviária de BH, fui para o apartamento do meu pai que fica localizado na Pampulha, para passar uma semana lá e na outra sexta, faria uma nova viagem, dessa vez para Curitiba. Mas antes preciso de comentar as minhas aventuras na capital mineira com o amigo teofilotonense Everaldo...
Ao chegar na rodoviária de BH, fui para o apartamento do meu pai que fica localizado na Pampulha, para passar uma semana lá e na outra sexta, faria uma nova viagem, dessa vez para Curitiba. Mas antes preciso de comentar as minhas aventuras na capital mineira com o amigo teofilotonense Everaldo...
Saturday, May 12, 2012
A volta para São Paulo
Logo depois das provas, tomei o mesmo roteiro de volta para ficar a minha última noite na cidade de São Paulo e tentar aproveitar um pouco da night daquela cidade...
Mas o cansaço me tomou conta muito forte. E assim, resolve ir somente naqueles barzinhos localizados na Avenida Vieira de Carvalho, especialmente o Bar Caneca de Prata, local de frequencia maior de pessoas com mais de cinquenta anos.
Fiquei um pouquinho lá e logo fui ao hotel descansar para fazer todo o percurso de volta ao aeroporto de Guarulhos, com destino a Belo Horizonte, onde ficaria uma semana lá e reencontraria com meu amigo Everaldo, que veio comigo de Teófilo Otoni...
www.canecadeprata.com
Mas o cansaço me tomou conta muito forte. E assim, resolve ir somente naqueles barzinhos localizados na Avenida Vieira de Carvalho, especialmente o Bar Caneca de Prata, local de frequencia maior de pessoas com mais de cinquenta anos.
Fiquei um pouquinho lá e logo fui ao hotel descansar para fazer todo o percurso de volta ao aeroporto de Guarulhos, com destino a Belo Horizonte, onde ficaria uma semana lá e reencontraria com meu amigo Everaldo, que veio comigo de Teófilo Otoni...
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Friday, May 11, 2012
Santana de Parnaíba
No momento em que escrevo esta postagem, estou viajando. Em Itabuna (BA), no momento. Ontem eu esqueci de mencionar que estava em Eunápolis (BA). Numa outra oportunidade estarei aqui relatando sobre esta viagem atual.
Mas agora é o momento de continuar a falar sobre uma das melhores viagens que fiz nos últimos tempos. Sendo assim, no dia seguinte cedo eu levantei, tomei café no hotel América do Sul e fiz check-out. Peguei o metro da estação República em direção à estação Barra Funda. De lá, fiz uma conexão gratuita para o metro da região metropolitana, cujo destino era a cidade de Barueri. Para minha surpresa, pensei que teria que pagar uma outra taxa, mas a integração é inteiramente gratuita e também há placas de sinalização indicando onde iria pegar.
Tudo foi muito prático e tranquilo até chegar em Barueri. Desci da estação lá e me deparei com um grande terminal de ônibus urbanos. Estava totalmente perdido, mas foi fácil encontrar o ônibus que me levaria até Santana de Parnaíba.
A Estrada era muito bonita, verde e rápidamente cheguei lá. Desci em outra estação de ônibus urbanos e perguntei onde era a localização do hotel que tinha feito a reserve.
Logo no início, me simpatizei com a cidade. Parecia que estava numa cidade de interior de porte médio e histórica, a km de distância da capital paulista. Era uma típica cidade histórica, com vários atrativos culturais, com paisagens verdes, pessoas calmas andando pelas ruas ensolaradas, poucos carros nas ruas, etc. A paisagem era contrastante demais com a capital por estar apenas a 48 km de distância. Muito limpa e organizada, com pessoas hospitaleiras, logo me passou pela cabeça a vontade de um dia morar lá. E aumentava ainda a esperança de ser aprovado no concurso public que a prefeitura estaria promovendo naquele final de semana.
Subi uma ladeira e cheguei no hotel cujo nome é Pousada 1896, em alusão ao ano de construção do espaço. Logo na chegada, fui recebido por um rapaz que trajava Bermuda e camisa de malha, em contraste com aqueles uniformes engomados de grandes redes hoteleiras das capitais. Era interessante, porque isso me fazia sentir como se estivesse hospedando em casa de amigos ou parentes. E a sala de entrada tinha uma mesa de jantar, que mais parecia uma casa. Ele me perguntou se eu queria quarto coletivo ou individual. Talvez se tivesse a passeio, poderia querer quartos coletivos, pela oportunidade de conhecer novas pessoas e travar novas amizades. Mas nao era definitivamente o meu objetivo. E respondi prontamente que queria um quarto individual.
Assim, ele me conduziu por um jardim, o qual vi três máquinas de lavar roupas, roupas estendidas no varal, uma piscina e a area dos quartos. Lembro que ele me enfatizou para nao pisar em tal tábua de madeira corrida, porque a area estava em reformas.
Entrei no quarto e logo simpatizei também. Era uma suite pequena, mas com aparência rústica e confortável. Tinha uma escrivaninha, uma TV LCD pequena e um armário. A janela deparava para um jardim de inverno e era de madeira. O silêncio da cidade e pousada, aliados à paisagem bucólica do local me convidavam para cochilar um pouco naquela tarde de primavera. E assim o fiz, após um breve lanche na padaria ao lado da pousada.
Logo após o cochilo, resolve estudar e revisar os meus resumos para a prova. Me tranquei no quarto e nao quis saber de conhecer a cidade ou passear. Estava muito determinado. Meu único receio era saber o local que seria realizada a minha prova. Mas o recepcionista/dono do hotel me tranquilizou falando que é muito fácil e rápido o onibus que me levaria ao tal bairro chamado Fazendinha, onde ficava localizada a escola.
Por alguns momentos, senti um pouco de solidão por estar naquela cidade pacata e silenciosa da região metropolitan paulista. Tive vontade de estar na capital, em alguma festa ou algo do gênero. Mas logo esse sentiment passou e adormeci.
No dia seguinte, fui até o terminal de ônibus o qual desci quando vinha de Barueri e perguntei qual ônibus me levava até o bairro Fazendinha. Foi tudo muito rápido e tranquilo.
Lembro-me de uma simpatico moça que puxou conversa comigo durante o trajeto. Falei que nao era de lá, que estava lá com tal objetivo e ela me disse que se eu passasse, iria adorer a cidade, que lá existe muita qualidade de vida aos seus cidadãos. E me desejou boa sorte.
Me despedi dela e fiz a prova. Por volta do meio dia eu já tinha terminado e já peguei o primeiro ônibus que me levaria de volta para a pousada, que estava localizada no centro da cidade.
Ainda estava em tempo de deixar a cidade sem ter que pagar uma nova diária. E assim o fiz. Na gostosa sensação de dever cumprido e alma lavada. E fiz todo o percurso de volta para a capital paulista, fazendo um novo check-in no mesmo hotel, para aproveitar um pouco do domingo lá...
www.cptm.sp.gov.br
www.santanadeparnaiba.sp.gov.br
www.pousada1896.com.br
Thursday, May 10, 2012
Hoje eu resolvi falar da minha última viagem que fiz a São Paulo, Belo Horizonte e Curitiba em novembro de 2011. À medida que o tempo vai passando, mais a minha memória fica fraca, naturalmente. Como foi uma viagem tão boa, não posso deixar de registrar tudo com a maxima veracidade possível dos fatos.
Era uma sexta-feira de novembro qualquer
Era uma sexta-feira de novembro qualquer
Wild
Não me lembro exatamente o que fiz naquele dia e respective noite que cheguei em São Paulo. Acredito que provavelmente eu tenha ido na Thermas Wild. Só sei que ainda queria aproveitar um pouco da cidade, porque no dia seguinte eu iria para Santana de Parnaiba para prestar provas. Já tinha pesquisado antes pela internet sobre o percurso e também estava com reserve no hotel.
Os detalhes sórdidos que acontecem dentro desses estabelecimentos não serão mencionados aqui. Espero que fique na imaginação de cada leitor(a). Mas devo esclarecer que o fato que me fez escolher AQUELA sauna entre as inúmeras de São Paulo era o fato de lá ter o evento "Clube dos Pauzudos". Isso me deixava com uma curiosidade adolescente...
Só quero deixar registrada a minha impressão do atendimento do "staff" e do espaço físico em si. Dessa forma, peguei o metro na estação República em direção à estação Santa Cecília, a qual era a mais próxima da Wild. Fiquei um pouco perdido naquelas imediações do bairro de Higienópolis, mas acabei encontrando a referida sauna. E o principal ponto de referência, para mim, é que estava localizado bem próxima ao hospital Samaritano.
A fachada da sauna era extremamente discreta. Quem passa em frente, acha que deve ser mais uma das inúmeras residencies daquele bairro. Isso é muito importante para o cliente e também para o "staff", porque Higienópolis é um bairro visivelmente de classe media alta e residencial. Além disso, é muito próxima do hospital.
Logo na chegada, a imagem que tinha na cabeça, ao ver as fotos do site, se revelaram para mim. Um simpatico e bonito rapaz malhado e Moreno me recebeu, entregando as chaves e uma toalha. Falou que aquela noite seria a noite do "Clube dos Pauzudos", ou seja, a partir das 23:00h, todas as toalhas seriam recolhidas e simplesmente todos os clientes obrigatoriamente teriam de andar totalmente nus, com seus chinelos. Isso me excitava e me dava ao mesmo tempo um certo temor.
Eu gostei do espaço físico da sauna, mas ao mesmo tempo achei pequena demais. Era um ambiente bonito, limpo, com ótima decoração. Mas precisava ser um pouco maior. Tem todos os ambientes que uma típica sauna tem, como sala de massagens, vestiário, sanitários, bar, lounge com filmes eróticos, area para fumantes e um "cruising" onde provavelmente seria o palco dos acontecimentos.
Devido ao fato de estar um pouco cansado da viagem, associado à preocupação natural de concursando e também pelo fato de saber que o metro para de funcionar à meia noite e só voltaria por volta das cinco da manhã, achei mais prudente não ficar lá para o evento. Ficaria para uma outra oportunidade. Também tinha o fato de não me sentir suficientemente corajoso para ficar totalmente nu na vista de outras pessoas, apesar de que todas elas estariam como eu. Quando se aproximou das 23h, eu corri para me arrumar e deixar o estabelecimento. E voltei para descansar no hotel que estava hospedado.
www.wildthermasclub.com.br
www.clubedospauzudos.com.br
http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=w2S3tm2rmAM
Os detalhes sórdidos que acontecem dentro desses estabelecimentos não serão mencionados aqui. Espero que fique na imaginação de cada leitor(a). Mas devo esclarecer que o fato que me fez escolher AQUELA sauna entre as inúmeras de São Paulo era o fato de lá ter o evento "Clube dos Pauzudos". Isso me deixava com uma curiosidade adolescente...
Só quero deixar registrada a minha impressão do atendimento do "staff" e do espaço físico em si. Dessa forma, peguei o metro na estação República em direção à estação Santa Cecília, a qual era a mais próxima da Wild. Fiquei um pouco perdido naquelas imediações do bairro de Higienópolis, mas acabei encontrando a referida sauna. E o principal ponto de referência, para mim, é que estava localizado bem próxima ao hospital Samaritano.
A fachada da sauna era extremamente discreta. Quem passa em frente, acha que deve ser mais uma das inúmeras residencies daquele bairro. Isso é muito importante para o cliente e também para o "staff", porque Higienópolis é um bairro visivelmente de classe media alta e residencial. Além disso, é muito próxima do hospital.
Logo na chegada, a imagem que tinha na cabeça, ao ver as fotos do site, se revelaram para mim. Um simpatico e bonito rapaz malhado e Moreno me recebeu, entregando as chaves e uma toalha. Falou que aquela noite seria a noite do "Clube dos Pauzudos", ou seja, a partir das 23:00h, todas as toalhas seriam recolhidas e simplesmente todos os clientes obrigatoriamente teriam de andar totalmente nus, com seus chinelos. Isso me excitava e me dava ao mesmo tempo um certo temor.
Eu gostei do espaço físico da sauna, mas ao mesmo tempo achei pequena demais. Era um ambiente bonito, limpo, com ótima decoração. Mas precisava ser um pouco maior. Tem todos os ambientes que uma típica sauna tem, como sala de massagens, vestiário, sanitários, bar, lounge com filmes eróticos, area para fumantes e um "cruising" onde provavelmente seria o palco dos acontecimentos.
Devido ao fato de estar um pouco cansado da viagem, associado à preocupação natural de concursando e também pelo fato de saber que o metro para de funcionar à meia noite e só voltaria por volta das cinco da manhã, achei mais prudente não ficar lá para o evento. Ficaria para uma outra oportunidade. Também tinha o fato de não me sentir suficientemente corajoso para ficar totalmente nu na vista de outras pessoas, apesar de que todas elas estariam como eu. Quando se aproximou das 23h, eu corri para me arrumar e deixar o estabelecimento. E voltei para descansar no hotel que estava hospedado.
www.wildthermasclub.com.br
www.clubedospauzudos.com.br
http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=w2S3tm2rmAM
Wednesday, May 9, 2012
Infelizmente, algum tempo já se passou daquela viagem, mas algumas lembranças ainda nao se apagaram da minha memória. Sei que peguei um voo da Gol de Confins até Guarulhos na manhã de sábado. Ah, sim. Não posso deixar de mencionar aqui o trajeto da empresa Unir, que sai da rodoviária de Belo Horizonte. Este blog tem o intuito de dar dicas aos leitores também.
A empresa Unir faz duas linhas de Belo Horizonte até o Aeroporto de Confins, localizado no município homônimo. Um ônibus é executivo e sua parada em Belo Horizonte é na Avenida Álvares Cabral, bairro nobre do Lourdes. A outra linha sai da rodoviária de BH e é mais barata que a linha mencionada anteriormente. Dessa forma, peguei o ônibus para lá, o qual durou cerca de uma hora de viagem. A única parada dessa linha é no Aeroporto da Pampulha. Com a duplicação da Avenida Antônio Carlos e a criação da Linha Verde, está mais rápido e ágil o trajeto de BH para o Aeroporto Internacional.
Como estava somente com bagagem de mão, não precisei fazer enfrentar a fila para o check-in com o atendente da empresa. Atualmente, graças à evolução da tecnologia, fui a uma máquina e fiz o meu próprio check-in, a qual imprimiu meu cartão de embarque e fui direto para a sala homônima.
Eu estava cansado de saber que não podia carregar nenhum objeto pontiagudo metálico, como tesouras, estiletes, faca, etc... Mas o fato era que nem lembrei que tinha deixado no estojo um lápis, borrac, caneta e um estilete para fazer ponta.
E todo esse procedimento pré-embarque na sala me deixa visivelmente estressado e agitado. Quando passei minha mochila no raio x da Polícia Federal do Aeroporto, um funcionário gentilmente me avisou que estava com um estilete dentro. Falou que era para eu procurar a cia aérea com a qual eu comprei a passagem. Mas na mesma hora eu falei assim: posso descartar nessa lixeira? Ele deixou e me liberou. Foi por um pouco o susto! Porque se tivesse acatado a ordem do policial, provavelmente teria perdido meu voo e nem sei o que se sucederia até então.
O voo saiu no horário previsto, sem grandes novidades de uma ponte aérea entre as duas capitais brasileiras, fato que nao merece ser comentado aqui.
Desci no aeroporto de Guarulhos e já estava acostumado com aquele aeroporto, haja vista que nos últimos anos, fiz essa viagem várias vezes. O interessante mencionar aqui é um percurso alternative de viagem entre Guarulhos e São Paulo que poucos passageiros conhecem. Além de prático, é mais barato. O detalhe é que é necessário que o passageiro esteja com uma bagagem leve e de mão, como uma bolsa ou mochila, por exemplo.
Há uma linha da Viação Pássaro Marrom que faz o percurso Aeroporto de Guarulhos - estação de metro Tatuapé, em São Paulo. A mesma empresa mencionada também faz linhas executivas do aeroporto para a Praça da República, aeroporto de congonhas, entre outros.
Assim, peguei o onibus mais barato e desci na estação de metro Tatuapé. Já estava me preparando para o verdadeiro tumult de gente estressada, correndo para um lado e para outro. E foi o que realmente encontrei. Chega a ser assustador o movimento de pessoas e quantidade das mesmas. E, mesmo que somos turistas sem pressa a chegar no destino, aquela massa humana ambulante nos faz ficar estressados e ansiosos. Me senti como se tivesse me jogado num rio violento e caudaloso, arrastando tudo o que via pela frente. Tentei me manter calmo e comprei minha passagem de metrô.
Desci na estação República, a mesma que há uma linha da Viação Pássaro Marron. Reconheço que esse percurso é para pessoas que têm juventude, disposição e coragem. Seria extremamente mais confortável pegar um ônibus em Guarulhos e descer somente na República. Mas como tudo tem seu preço, ficaria também muito mais salgado.
Fiquei hospedado na região da República, area decadente do centro velho da capital. Por isso mesmo, os preços dos hotéis da região são, em média, mais baratos. E escoílhi ficar no hotel América do Sul, localizado na Praça Júlio de Castilhos. No dia seguinte, partiria em direção a Santana de Parnaiba, região metropolitana aonde faria um concurso público.
www.passaromarron.com.br
www.voegol.com.br
www.hotelamericadosul.com.br
www.cidadedesaopaulo.com
A empresa Unir faz duas linhas de Belo Horizonte até o Aeroporto de Confins, localizado no município homônimo. Um ônibus é executivo e sua parada em Belo Horizonte é na Avenida Álvares Cabral, bairro nobre do Lourdes. A outra linha sai da rodoviária de BH e é mais barata que a linha mencionada anteriormente. Dessa forma, peguei o ônibus para lá, o qual durou cerca de uma hora de viagem. A única parada dessa linha é no Aeroporto da Pampulha. Com a duplicação da Avenida Antônio Carlos e a criação da Linha Verde, está mais rápido e ágil o trajeto de BH para o Aeroporto Internacional.
Como estava somente com bagagem de mão, não precisei fazer enfrentar a fila para o check-in com o atendente da empresa. Atualmente, graças à evolução da tecnologia, fui a uma máquina e fiz o meu próprio check-in, a qual imprimiu meu cartão de embarque e fui direto para a sala homônima.
Eu estava cansado de saber que não podia carregar nenhum objeto pontiagudo metálico, como tesouras, estiletes, faca, etc... Mas o fato era que nem lembrei que tinha deixado no estojo um lápis, borrac, caneta e um estilete para fazer ponta.
E todo esse procedimento pré-embarque na sala me deixa visivelmente estressado e agitado. Quando passei minha mochila no raio x da Polícia Federal do Aeroporto, um funcionário gentilmente me avisou que estava com um estilete dentro. Falou que era para eu procurar a cia aérea com a qual eu comprei a passagem. Mas na mesma hora eu falei assim: posso descartar nessa lixeira? Ele deixou e me liberou. Foi por um pouco o susto! Porque se tivesse acatado a ordem do policial, provavelmente teria perdido meu voo e nem sei o que se sucederia até então.
O voo saiu no horário previsto, sem grandes novidades de uma ponte aérea entre as duas capitais brasileiras, fato que nao merece ser comentado aqui.
Desci no aeroporto de Guarulhos e já estava acostumado com aquele aeroporto, haja vista que nos últimos anos, fiz essa viagem várias vezes. O interessante mencionar aqui é um percurso alternative de viagem entre Guarulhos e São Paulo que poucos passageiros conhecem. Além de prático, é mais barato. O detalhe é que é necessário que o passageiro esteja com uma bagagem leve e de mão, como uma bolsa ou mochila, por exemplo.
Há uma linha da Viação Pássaro Marrom que faz o percurso Aeroporto de Guarulhos - estação de metro Tatuapé, em São Paulo. A mesma empresa mencionada também faz linhas executivas do aeroporto para a Praça da República, aeroporto de congonhas, entre outros.
Assim, peguei o onibus mais barato e desci na estação de metro Tatuapé. Já estava me preparando para o verdadeiro tumult de gente estressada, correndo para um lado e para outro. E foi o que realmente encontrei. Chega a ser assustador o movimento de pessoas e quantidade das mesmas. E, mesmo que somos turistas sem pressa a chegar no destino, aquela massa humana ambulante nos faz ficar estressados e ansiosos. Me senti como se tivesse me jogado num rio violento e caudaloso, arrastando tudo o que via pela frente. Tentei me manter calmo e comprei minha passagem de metrô.
Desci na estação República, a mesma que há uma linha da Viação Pássaro Marron. Reconheço que esse percurso é para pessoas que têm juventude, disposição e coragem. Seria extremamente mais confortável pegar um ônibus em Guarulhos e descer somente na República. Mas como tudo tem seu preço, ficaria também muito mais salgado.
Fiquei hospedado na região da República, area decadente do centro velho da capital. Por isso mesmo, os preços dos hotéis da região são, em média, mais baratos. E escoílhi ficar no hotel América do Sul, localizado na Praça Júlio de Castilhos. No dia seguinte, partiria em direção a Santana de Parnaiba, região metropolitana aonde faria um concurso público.
www.passaromarron.com.br
www.voegol.com.br
www.hotelamericadosul.com.br
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Viagem de Teófilo para Belo Horizonte
Era uma sexta-feira de novembro de 2011. Eu e Everaldo resolvemos ir de Teófilo Otoni para Belo Horizonte pela Natália Turismo, vulgarmente conhecida com "Clan" Turismo (Clandestina). Essas empresas que fazem transportes intermunicipais de passageiros não têm autorização dos órgãos responsáveis, como ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) ou Ministério dos Transportes no Brasil. A única empresa legalizada para fazer esses tipos de viagens nessa rota é a Gontijo.
Por isso mesmo, as passagens são mais baratas. Mesmo assim, cientes dos riscos, resolvemos encarar esse tipo de transporte, o qual não era a primeira vez que fazíamos isso.
Tão logo estávamos saindo da area urbana, passamos pelo posto da Polícia Rodoviária Federal e, pela primeira vez na minha vida, um guarda pediu para o motorist parar o veículo. Ficamos mais ou menos uns trinta a quarenta minutos parados. O guarda subiu dentro do veículo e pediu a Carteira de Identidade de cada passageiro e reteve com ele, nao sei por qual motivo.
Eu só sei que estava apreensivo, porque no sábado pela manhã já tinha comprado uma passagem aérea de Belo Horizonte para São Paulo, com o objetivo de realizer um concurso public na região metropolitana da capital paulista.
Everaldo também tinha compromissos no sábado: aulas de pós-graduação em Belo Horizonte. Ou seja, o clima de ansiedade e apreensão nos dominava. Um outro funcionário da empresa Natália Turismo chegou lá e ficou conversando um bom tempo com o policial. Não sabemos do teor da conversa, mas finalmente fomos liberados e recebemos de volta nossas respectivas identidades. O interessante foi que o motorista escolheu a mim para devolver a cada um seu respective documento.
Com exceção desse sinistro, não houve maiores problemas no percurso entre as duas cidades. E no dia seguinte, cada passageiro tomou seu destino. Me despedi do amigo Everaldo e parti com destino ao aeroporto de Confins, com a esperança de que na segunda-feira próxima nós nos encontraríamos em Belo Horizonte para passear...
Por isso mesmo, as passagens são mais baratas. Mesmo assim, cientes dos riscos, resolvemos encarar esse tipo de transporte, o qual não era a primeira vez que fazíamos isso.
Tão logo estávamos saindo da area urbana, passamos pelo posto da Polícia Rodoviária Federal e, pela primeira vez na minha vida, um guarda pediu para o motorist parar o veículo. Ficamos mais ou menos uns trinta a quarenta minutos parados. O guarda subiu dentro do veículo e pediu a Carteira de Identidade de cada passageiro e reteve com ele, nao sei por qual motivo.
Eu só sei que estava apreensivo, porque no sábado pela manhã já tinha comprado uma passagem aérea de Belo Horizonte para São Paulo, com o objetivo de realizer um concurso public na região metropolitana da capital paulista.
Everaldo também tinha compromissos no sábado: aulas de pós-graduação em Belo Horizonte. Ou seja, o clima de ansiedade e apreensão nos dominava. Um outro funcionário da empresa Natália Turismo chegou lá e ficou conversando um bom tempo com o policial. Não sabemos do teor da conversa, mas finalmente fomos liberados e recebemos de volta nossas respectivas identidades. O interessante foi que o motorista escolheu a mim para devolver a cada um seu respective documento.
Com exceção desse sinistro, não houve maiores problemas no percurso entre as duas cidades. E no dia seguinte, cada passageiro tomou seu destino. Me despedi do amigo Everaldo e parti com destino ao aeroporto de Confins, com a esperança de que na segunda-feira próxima nós nos encontraríamos em Belo Horizonte para passear...
Tuesday, April 24, 2012
Esse ano de 2010, surpreendentemente, já fiz tantas viagens que nao esperava tanto esse número. E o que eu mais gosto de fazer nessa vida, simplesmente é viajar.
Por isso, esta primeira postagem é um pré-teste para registrar, a partir de hoje, toda e qualquer viagem que eu fizer. Quero falar sobre os momentos difíceis, alegres, tristes, os problemas, os desafios, etc.
Por isso, esta primeira postagem é um pré-teste para registrar, a partir de hoje, toda e qualquer viagem que eu fizer. Quero falar sobre os momentos difíceis, alegres, tristes, os problemas, os desafios, etc.
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